
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
Acerca de mim
A cidade por temas
A Brasileira Avenida da Ponte Cinema Águia d'Ouro Clérigos Cordoaria Câmara Municipal do Porto Edifício Imperial Fontes do Porto Grafismos Guindais Horrores urbanos à moda do Porto Jardim Botânico Largo do Moinho de Vento Livrarias O chão surrado O Porto a Oriente O Porto não é a Disneylândia Outros temas Pena Ventosa Polícia de segurança Pública Porto Património Mundial Praça da Batalha Praça da Liberdade Praça da República Praça da Ribeira Praça de Carlos Alberto Praça de Lisboa Praça dos Poveiros Rua de 31 de Janeiro Rua do Almada Rua de Álvares Cabral Rua da Bainharia Rua dos Caldeireiros Rua do Cativo Rua de Cimo de Vila Rua de Fernandes Tomás Rua das Flores Rua do Infante D. Henrique Rua de Gonçalo Cristóvão Rua da Madeira Rua dos Mercadores Rua de Miguel Bombarda Rua de Mouzinho da Silveira Rua de Passos Manuel Rua da Ponte Nova Rua da Reboleira Rua de S. Miguel Rua de Sá da Bandeira Rua de Sá Noronha Rua de Sampaio Bruno Rua de Santa Catarina Rua das Taipas Rua de Trás Rua de Trindade Coelho Sé Travessa da Rua Chã V.N.Gaia Viela do Anjo Virtudes Vitória

4 comentários:
Há pior por aí, quem vem na ponte do Infante, sentido Gaia - Porto, vê, à direita em baixo, numa antiga linha de caminho de ferro uma quantidade astronómica de lixo. Lamentável.
... são as fotos que nunca quereríamos ver!
Os taipais são sempre a solução de recurso,umas vezes temporáriamente definitiva, outras vezes definitivamente temporária.
Abraço
Fernando Torres (o escrevinhador)
Rui Alves ao OJOGO de hoje:
De quem depende a independência da Madeira? Mais de vocês ou mais da República?
Acho que depende mais de nós e gostaria que Alberto João Jardim liderasse esse projecto antes da sua retirada política. Pessoalmente não gosto da cultura portuguesa e não gosto de ser português.
Porquê?
Porque é centralista, porque tem um pseudo-elitismo à volta de Lisboa, que desde a epopeia dos Descobrimentos suga o País, a sua economia e inteligência. Essa forma de estar, para mim, que me considero um cidadão do mundo, causa-me arrepios e desdém. E, portanto, não gosto de ser português, como acho que a maioria dos portugueses não gosta de ser português. Infelizmente não escolhemos o lugar para nascer.
É, portanto, um antiportuguês?
Antiportuguês é uma expressão muito pesada para o meu sentimento. Se gostaria de ter nascido noutro país, digo que sim.
Enviar um comentário