8.10.10

O 308 da Rua das Flores...



... em Setembro de 2006...



... e em Dezembro de 2009.

5 comentários:

Anónimo disse...

Passaram de banqueiros a salteadores e depois da (nossa) ruína a vendedores de pechisbeque. Bela ilustração da actividade bancária contemporânea.

Anónimo disse...

Este post devia estar na cidade surpreendente e não aqui. O desaparecimento de uma inscrição não é deprimente, é... esperada. Se os bancos ainda estivessem no activo ainda hoje em dia, certamente também o mudariam para algo diferente. Nenhuma mudança é aceite? Tem que ser. Pelo bem da cidade.

Carlos Romao disse...

De acordo, as cidades são corpos em constante mutação mas, neste caso, se o edifício fosse meu, teria mantido a fachada do rés-do-chão, com o grafismo do banco, como memória da rua. Porquê? Porque o que foi feito agora, não tendo qualquer correspondência com a época em que o prédio foi construído, é mais pobre do que aquilo que lá estava.

C.C. disse...

No domingo passado, revisitando à deriva a R. das Flores paramos , por coincidência, no 3o8.
Quem me acompanhava disse: "olha o que fizeram!ao menos que é granito; fatiado, mas é granito"
É realmente assim;o que está é mais pobre do que aquilo que estava.

Carlos Romao disse...

C.C.,
a expressão "granito fatiado" é excelente. Desconheci-a, mas já faz parte do meu léxico.

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