
A Super Bock, ou a fábrica que a produz, inundou o Porto e Gaia com este tipo de publicidade por ocasião das festas de São João. Provavelmente acha que os cidadãos são estúpidos, que só lhe consomem a bebida se forem bombardeados com publicidade massiva, poluidora da paisagem urbana, até que os olhos lhes doam. Para completar o desatino a campanha é apadrinhada pela Câmara Municipal do Porto, a quem compete zelar pelo património urbano - o que, como é notório, não faz - e pela empresa municipal Porto Lazer, a cujas aberrações estamos habituados. Pela minha parte não consumo produtos que são promovidos de uma forma primária e irresponsável e não me respeitam enquanto cidadão. Bebam Sagres e tenham bom proveito!
Por acaso não é nada costume da Super Bock fazer esse tipo de campanha. Normalmente são bem mais inteligentes e até tipicamente divertidas e criativas. Surpreende-me pela negativa a falta de criatividade na realidade.
ResponderEliminarNãooooooooooooooooooooooooo!
ResponderEliminarFizeram muito mal, é feio, é péssimo, mas Sagres é que não!!!!!!
SUPER BOCK forever!!!!
:))
(sério, não há uma Sagres que 'bata' uma qualquer SB! 'Jamé'!!!)
Oh! O excelso comentador pretérito falou na minha palavrinha favorita (aprés l'autre...) :)
ResponderEliminare é verdade, a Unicer tem campanhas ma-ra-vi-lho-sas!
Biba, carago!
;)
A Sagres patrocina as touradas. Ou contra esta inundação de publicidade mas entre uma causa e outra prefiro beber super bock. Por altura do S.João, a Câmara fez coisas bem mais graves do que isto! Como por exemplo deixar as barracas da feira do livro nos aliados.
ResponderEliminarRealmente pensei exactamente o mesmo quando presenciei esta paisagem! ;) Excelente critica.
ResponderEliminarComo é óbvio, beber Sagres ou Superbock é uma falsa questão. A Centralcer já foi criticada aqui, numa entrada com o título “Beba Superbock”, quando engarrafou a torre dos Clérigos. O que está em causa é modo desrespeitoso como as empresas, quando atingem um determinado grau de poder, tratam os consumidores.
ResponderEliminarQuanto aos pavilhões da Feira do Livro, Joana Isabel, deixados ao abandono nos Aliados, é uma questão que só não tem importância para a Câmara do Porto. Devem pensar que somos obtusos, que não reparamos naquilo.
tem toda a razão C. Romão, mas não espere que a Câmara do Porto se preocupe com as "minundências" estéticas do património urbanístico, porque o senhor Presidente não tem ideia do que isso possa ser.
ResponderEliminarBebam antes o tintol do Douro! Esse ao menos embeleza os rabelos.
De Sagres partiram os marinheiros...Sagres à saude de todos...
ResponderEliminarE tinto do Douro.
Parabens pelos olhares que nos trás sempre
Abraço
Errata tardia:
ResponderEliminaronde se lê "minundencias" deverá ler-se minudências, como é correcto.
Peço desculpa pela gafe involuntária.
Não tem importância, Rui Valente. Percebe-se à primeira que se trata de uma gralha.
ResponderEliminarUm abraço.