Proponho agirmos. Já não é possível como no tempo de Humberto Delgado sairmos à rua em protesto. Sou a prova disso, pois muitas são as vezes em que fico só, como um louco, insurgindo-me contra esta realidade da Invicta. Como por exemplo, ao enfrentar carros que circulam em plena zona pedonal da Rua de Cedofeita, no mínimo a uns 60 km/h, como se toureiro fosse. Quase sempre insultado e ameaçado pelos condutores e ficando com um estilo de lepra aos olhos dos outros peões.
Como dizia, proponho agirmos. Juntarmos todas as fotos aqui publicadas e iniciarmos uma campanha/pedido, aos senhores da Unesco para que retire ao Porto o título de Cidade Património Mundial.
Tal qual pedirmos à nossa querida e sempre estimada Rosa Mota, que retire o seu nome a um pavilhão que não serve mais para a prática de desporto.
Com toda a consideração e estima, um abraço, Francisco Félix
Tem razão em não se conformar com o estado deplorável a que a nossa cidade chegou. Para além da ruína do centro histórico e da baixa, temos que nos confrontar com a desorganização do espaço urbano, o estacionamento anárquico, a ineficácia dos serviços de limpeza, o remedeio, o nivelar por baixo, a falta de ambição e de projectos para o Porto. Creio, no entanto, que a desclassificação como Património Mundial não seria solução para os males da cidade, pelo contrário, agravá-los-ia, porque uma das fontes de receita e de animação do Porto, o turismo, que veio a reboque da classificação da UNESCO, tenderia a decair.
Resta-nos estar atentos, activos e ser críticos do actual estado de coisas. E, também, ter presente que quem tão mal governa a cidade, foi escolhido pela sua população por três vezes consecutivas, para períodos de quatro anos. São doze anos de vazio, a andar para trás. Não me conformo com o laxismo e a incompetência mas já me tenho interrogado se não será isso que a cidade merece. Exactamente porque assim escolheu.
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ResponderEliminarCaro Carlos,
ResponderEliminarProponho agirmos. Já não é possível como no tempo de Humberto Delgado sairmos à rua em protesto.
Sou a prova disso, pois muitas são as vezes em que fico só, como um louco, insurgindo-me contra esta realidade da Invicta. Como por exemplo, ao enfrentar carros que circulam em plena zona pedonal da Rua de Cedofeita, no mínimo a uns 60 km/h, como se toureiro fosse.
Quase sempre insultado e ameaçado pelos condutores e ficando com um estilo de lepra aos olhos dos outros peões.
Como dizia, proponho agirmos. Juntarmos todas as fotos aqui publicadas e iniciarmos uma campanha/pedido, aos senhores da Unesco para que retire ao Porto o título de Cidade Património Mundial.
Tal qual pedirmos à nossa querida e sempre estimada Rosa Mota, que retire o seu nome a um pavilhão que não serve mais para a prática de desporto.
Com toda a consideração e estima, um abraço, Francisco Félix
Caro Francisco Félix
ResponderEliminarTem razão em não se conformar com o estado deplorável a que a nossa cidade chegou. Para além da ruína do centro histórico e da baixa, temos que nos confrontar com a desorganização do espaço urbano, o estacionamento anárquico, a ineficácia dos serviços de limpeza, o remedeio, o nivelar por baixo, a falta de ambição e de projectos para o Porto. Creio, no entanto, que a desclassificação como Património Mundial não seria solução para os males da cidade, pelo contrário, agravá-los-ia, porque uma das fontes de receita e de animação do Porto, o turismo, que veio a reboque da classificação da UNESCO, tenderia a decair.
Resta-nos estar atentos, activos e ser críticos do actual estado de coisas. E, também, ter presente que quem tão mal governa a cidade, foi escolhido pela sua população por três vezes consecutivas, para períodos de quatro anos. São doze anos de vazio, a andar para trás. Não me conformo com o laxismo e a incompetência mas já me tenho interrogado se não será isso que a cidade merece. Exactamente porque assim escolheu.
Um abraço
CR