

O tapete da entrada havia desaparecido há muito. Hoje de manhã, ao sol, entre manchas diuréticas e um cheiro nauseabundo, provenientes da cerveja emborcada na festiva “noite do Porto”, o proprietário procedia à protecção da entrada do prédio.

Não é apenas o Porto granítico, construído no século XIX, que está moribundo; a cidade do século XX, como pode ser verificado na Rua de Ceuta apontada como “um exemplo de bom gosto urbanístico”, está há muito no mesmo caminho. Até quando?