Prisioneiro da incoerência da desorganização do Estado, que já vem de longe, o imóvel começou por ser quartel e prisão militar, tendo, ao longo de dois séculos, abrigado várias instituições. Acolheu a Câmara Municipal, diversas tesourarias, direcções, conselhos e comissões, foi Quartel General da Região Militar Norte, Governo Civil e até Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública. Apesar do comando ter mudado para o Largo 1º de Dezembro, ali ao lado, o edifício abriga hoje, numa situação que se presume de grande desconforto, a numerosa 1ª Divisão da PSP do Porto.
Pergunta-se: o que tenciona o Estado central fazer a este imóvel de interesse patrimonial, além de promover a sua ruína no centro histórico do Porto?





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